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A capoeira melhora o condicionamento físico, contribui para a coordenação motora, equilíbrio e lateralidade. Também incentiva a disciplina, os laços de amizade e o respeito.
Maresia, canoa, maré mansa, guapê e jararaca. As palavras são conhecidas por todos, mas entre os alunos da Escola Municipal do Campo “Amparo” e do Colégio Estadual do Campo Paulo Lopes, localizadas na Ilha do Amparo, em Paranaguá, elas são mais que nomes dados a objetos, frutas ou animais. São apelidos de alguns dos alunos do professor de capoeira, Luiz Paulo Matraca.

As aulas iniciaram em fevereiro desse ano e acontecem por meio do projeto “Capoeira nas Escolas”, promovido pela empresa portuária Cattalini Terminais Marítimos, em parceria com instituições públicas de ensino e o grupo Abadá Capoeira, de Curitiba. As aulas são gratuitas e acontecem às segundas-feiras. Aos sábados, a roda de capoeira é aberta à toda a comunidade da Ilha.

“A capoeira é mais que a ginga ou o tocar do berimbau, ela melhora o condicionamento físico, contribui para a coordenação motora, equilíbrio e lateralidade. Também incentiva a disciplina, os laços de amizade e o respeito. São parceria com essa, firmada com a Cattalini, que faz com que nosso projeto tenha continuidade e apresente os bons resultados que vemos hoje” declarou o professor Matraca.

Na última semana, alunos das escolas da Ilha do Amparo receberam uniformes para as aulas práticas. A partir de agora, eles terão camisetas, cordões e calças exclusivas e não precisarão mais usar os uniformes escolares durante as aulas de capoeira, uma das mais importantes expressões culturais brasileiras.

“A capoeira é uma dança, é uma luta, é a cultura do Brasil. Em casa eu só ficava no celular e com a capoeira eu me movimento e na escola eu melhorei muito”, comentou a estudante Ana Luiza Vidal, de 15 anos. Para Aléxia dos Santos, de 13 anos, a atividade estará sempre presente em sua vida. “Eu gosto muito da capoeira. Antes só tínhamos o futebol na escola e agora fazemos a capoeira que eu quero levar para minha vida toda”, comentou.

Comunidade
Na Ilha do Amparo, localizada a cerca de 30 minutos de barco de Paranaguá, residem cerca de 300 famílias, que vivem essencialmente da pesca. “É maravilhoso termos essa atividade, porque ela traz mais atividades para nossos alunos. Antes só tínhamos a educação física de um modo precário num campinho. Hoje as aulas de capoeira são orientadas e promovem maior atenção e disciplina entre os alunos”, salientou a responsável pela Escola Municipal do Campo “Amparo”, professora Luciana Bonafini.

Além das duas escolas localizadas na Ilha do Amparo, as escolas municipais “Presidente Costa e Silva”, CAIC e “Randolfo Arzua”, também de Paranaguá, integram o projeto, atendendo cerca de 90 alunos de 8 a 14 anos. Para 2019, a expectativa da Cattalini Terminais é ampliar o número de estabelecimentos de ensino participantes.

“Nosso Programa de Responsabilidade Socioambiental abrange várias atividades que buscam oferecer qualidade de vida através de projetos voltados ao esporte, cultura, saúde e educação. Buscamos maior aproximação e uma convivência harmônica com a comunidade e nossas ações nos ajudam a apresentar a empresa e suas atividades de forma transparente, incentivando uma relação de respeito e confiança mútua”, frisou o Diretor-Presidente da Cattalini Terminais Marítimos, José Paulo Fernandes.
Assessoria de Comunicação
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