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Em atividade há mais de 30 anos no Porto de Paranaguá (PR), a Cattalini Terminais Marítimos credita parte do seu sucesso nas operações com graneis líquidos, ao respeito que dedica ao meio ambiente.

Dotada de mecanismos que acompanham e controlam sistematicamente a geração de resíduos desde a origem até a disposição, a empresa conta com uma moderna Estação de Tratamento de Efluentes (ETE), que faz a diferença nas operações do terminal.

 A ETE integra o Programa de Gerenciamento de Riscos da empresa e tem o propósito de tratar os resíduos líquidos gerados pela operação do Terminal. Neste processo, os efluentessão descartados, respeitando parâmetros legais e contribuindo para o controle da poluição ambiental.

 A Cattalini Terminais Marítimos foi o primeiro Terminal Privado do Brasil a operar uma ETE com duas etapas distintas: a físico-química e a biológica. Na primeira, o efluente bruto sofre a ação de coagulantes, floculantes e, após passagem em um filtro-prensa, grande parte da carga orgânica é separada do efluente. A fase biológica conta com dois reatores com lodo ativado, dotado de microorganismos biodigestores. Estes microorganismos se alimentam da carga orgânica restante, tendo como saída um efluente que segue padrões legais definidos para descarte.

 A prova de que o sistema da ETE é eficiente também pode ser encontrada no final do processo, quando todo o efluente descartado passa por um conjunto de tanques com peixes. Esta é a oportunidade para avaliar a toxicidade daquele ambiente. Esta etapa permite saber se o efluente descartado, mesmo dentro dos padrões exigidos, não possui toxicidade que possa prejudicar a vida aquática.

Texto: Kelly Frizzo



Assessoria de Comunicação
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